Arquivo

Archive for janeiro \31\UTC 2011

[Livro] Fábulas do Tempo e da Eternidade

31/01/2011 2 comentários

fabulas do tempo e da eternidade, segunda ediçãoTítulo: Fábulas do Tempo e da Eternidade (sic.)
Autora: Cristina Lasaitis
Editora: Tarja editorial

Pra quebrar um pouco a sequência da Aleph, resolvi ler outro livro escrito por uma mulher. E sim, brasileira. Se uma mulher escritora de ficção científica é raro, acrescentar o adjetivo brasileira a isso tudo reduz seu universo de discurso a tal ponto que ele se torna praticamente não observável.

Esse pequeno livro de qualidade artística bastante agradável contém 12 contos que versam sobre o tempo, fantasia e amenidades poéticas da vida. Gosto muito de contos, pois com eles eu posso desfrutar de início, meio e fim em pouquíssimo tempo, e um livro de contos parece ser mais curto doo que um romance contínuo. Mas livros de conto sofrem com a desvantagem de terem que contar toda uma história em um espaço muito mais reduzido, e não contínuo.

Leia mais…

Anúncios

[Livro] A Mão Esquerda da Escuridão

21/01/2011 2 comentários

Mão Esquerda da EscuridãoTítulo: A Mão Esquerda da Escuridão (The Left Hand of Darkness)
Autora: Ursula Kroeber Le Guin
Editora: Aleph

Mais um livro da Aleph. Mais um de ficção científica. Mais um escrito por uma mulher? Talvez seja esta a primeira coisa que chame atenção neste livro (além da belíssima capa). Mulheres não são tão comuns assim nesse ramo da ficção, mas elas existem, e são boas nisso.

O livro começa com uma introdução da autora, que discorre sobre a atividade de escrever ficção e a relação dela com a realidade (Não queria falar isso aqui, mas pra mim ela fez em 4 páginas mais do que P.K.D. fez em um livro inteiro…).

Leia mais…

[Livro] Os Próprios Deuses

02/01/2011 1 comentário

gods themselvesTítulo: Os Próprios Deuses (The Gods Themselves)
Autor: Isaac Asimov
Editora: Aleph

Contra a estupidez os próprios deuses lutam em vão

– Friedrich Schiller, A donzela de Orleans

Este é o último livro que li em 2010, em uma velocidade incomum para mim. Seu título, assim como as três partes em que ele é dividido, foram inspiradas nesta citação de Schiller, que é bastante inspiradora logo de cara. O próprio Asimov (que para quem não conhece é um dos – se não o – principais escritores de ficção científica) o descreveu como o seu romance favorito. Mas voltando o assunto, como eu havia dito, o livro é dividido em 3 partes, e por organização irei analisar cada uma separadamente.
Leia mais…